Greve dos servidores técnico-administrativos da UFPB completa três meses; categoria cobra cumprimento de acordo

Estupro aconteceu no Centro de Ciências da Saúde da UFPB — Foto: Angélica Gouveia/Divulgação
Estupro aconteceu no Centro de Ciências da Saúde da UFPB — Foto: Angélica Gouveia/Divulgação

Por g1 PB — A greve dos servidores técnico-administrativos da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) completou três meses nesta terça-feira (9). O movimento foi iniciado após o vencimento do prazo estabelecido em um acordo firmado entre a categoria e o governo federal ao fim da paralisação realizada em 2024.

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Segundo o coordenador do Sindicato dos Trabalhadores em Ensino Superior do Estado da Paraíba (Sintespb), Peterson Vilar, a nova greve foi motivada pelo descumprimento de parte das medidas previstas no acordo.

Em 2026, as principais exigências dos servidores são:

A paralisação tem afetado serviços oferecidos pela universidade. Bibliotecas e outros setores administrativos seguem com atividades suspensas ou reduzidas desde o início do movimento.

A estudante Camile Luna afirma que, embora os alunos compreendam as reivindicações dos servidores, a interrupção dos serviços tem prejudicado a rotina acadêmica.

A estudante Melissa Sorrilla relatou dificuldades em processos administrativos que dependem da atuação dos servidores.

Ainda não há previsão para o encerramento da greve. De acordo com Peterson Vilar, as negociações com o governo federal avançaram nos últimos meses e a categoria aguarda a formalização de medidas já discutidas.