Governo da PB inaugura centro operacional de abastecimento e fala em garantir ‘resposta mais rápida’ para problemas de falta de água

Governo da PB inaugura centro operacional para garantir ‘resposta mais rápida’ — Foto: Governo da Paraíba
Governo da PB inaugura centro operacional para garantir ‘resposta mais rápida’ — Foto: Governo da Paraíba

Por g1 PB — Após registros de reclamações de falta de água na Grande João Pessoa, o Governo Estadual inaugurou, nesta quinta-feira (19), o Controle Operacional e da Automação do Sistema Integrado de Abastecimento, na BR-101, para tentar melhorar o abastecimento nas cidades que compõem a região metropolitana da capital.

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A obra, que recebeu investimentos de R$ 28 milhões, que fica localizada na Estação de Marés, tem a estimativa de que impacte cerca de 1 milhão de pessoas. O registro de reclamação de moradores de diversos bairros de João Pessoa, Bayeux, Cabedelo, e outros cidades da região, é constante. O governador, João Azevêdo, qualifica que essa mudança como uma “resposta mais rápida” sobre o problema.

O diretor-presidente da Cagepa, Marcus Vinícius Neves, disse que a partir do centro de abastecimento todas as informações sobre a Região Metropolitana são reunidas, como o controle de nível dos reservatórios, a quantidade de água, a pressão da água e os locais em que a água está sendo distribuída.

O Centro de Controle Operacional vai comandar as ocorrências que vierem a acontecer na Região Metropolitana, com a possibilidade de deslocar equipes para a realização de serviços. De acordo com o governo, ele permite controle em tempo real de pressão e vazão, identificação de vazamentos e falhas, além de acompanhamento do consumo de energia nas estações de bombeamento.

O sistema também monitora parâmetros de qualidade da água, como pH, cloro residual e turbidez, e possibilita resposta a eventuais ocorrências. Na gestão operacional, utiliza dados históricos e em tempo real para prever demanda, administrar reservatórios e ajustar o uso de produtos químicos.

Segundo a Cagepa, a estrutura pode contribuir para redução de custos, com previsão de diminuição de até 30% no consumo de energia e maior durabilidade de equipamentos. O modelo também inclui telemetria para medição remota, geração de relatórios automáticos e suporte a decisões baseadas em dados.