Durante entrevista, mãe de Gugu revela dor de perder o filho caçula e abre o coração ao falar sobre a nora! — Foto: Reprodução

Por CarasDona Maria do Céu, mãe de Gugu Liberato, falou pela primeira vez sobre a morte do filho a um veículo de mídia.

Ela, de 90 anos, desabafou em uma entrevista publicada pela Veja São Paulo nesta sexta-feira, 31, e comoveu os leitores brasileiros ao revelar como está seguindo a vida sem o apresentador nesses dois meses após o acidente fatal.

Na conversa, Dona Maria revelou que soube da morte através da outra filha, Aparecida: “Ela pediu que eu fosse até a sala, achei estranho. Quando me falou que o Toninho sofreu um acidente (choro)… Fomos direto ao aeroporto, eu embarquei com a roupa que estava vestindo”, explicou ela, emocionada.

Em seguida, a idosa contou que ainda chora escondido dos outros filhos, mas procura ajuda divina para superar o luto. “À casa dele, fui apenas uma vez depois do acidente porque não tive mais coragem. A sensação de chegar e não o encontrar deixa um vazio ainda maior”, contou ela.

Ao ser questionada sobre os netos, filhos de Rose Miriam e Gugu, a mãe do apresentador comentou que conversa frequentemente com os adolescentes pelo celular e acabou revelando desconforto com a nora, após briga pela herança: “Nunca vou perdoar a Rose por ter mentido para mim, dizendo que iria fazer um retiro religioso enquanto largou meus netos sozinhos nos Estados Unidos para vir ao Brasil armar essa briga na Justiça”, relatou ela.

Relembre o caso

Em um testamento de 2011, ele deixou assinado que Rose Miriam, mãe de seus filhos, não ficaria com nenhuma parte do dinheiro. Isso, porque 50% de tudo seria transmitido, obrigatoriamente, para João, Marina e Sofia e os outros 50% seriam divididos da seguinte maneira: 75% também para os três filhos e 25% para cinco sobrinhos.

Sabendo disso, de acordo com o repórter Bruno B. Sorraggi, da coluna da Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, que entrevistou a viúva, Rose Miriam decidiu recorrer à Justiça para reconhecer sua união estável com o falecido, após conviver duas décadas ao lado dele.