Com investimento de R$ 5,6 milhões, a previsão é que a obra seja entregue em março de 2019 (Foto: José Aldenir/Agora RN)

As obras de reforma no Centro Administrativo vão transformar o espaço em um novo parque urbano. O local será aberto ao público nos finais de semana e feriados para atividades culturais, artísticas, de esporte e lazer. A previsão é de que seja entregue a população em março de 2019.

Com investimento de R$ 5,6 milhões, as obras têm como objetivo recuperar a região que abriga a administração estadual que se apresenta com problemas estruturais. No total são 18 secretarias e órgãos de estado.

Segundo o secretário extraordinário para gestão de projetos e metas do governo, Vagner Araújo, a reforma no centro foi necessária. “O centro foi construído há décadas. Caso não sejam recuperados, poderão ser interditados, pois ameaçam desabar. As chuvas contribuem para alagamentos, impedindo o funcionamento dos órgãos e destruindo equipamentos e documentos importantes”, pontuou.

As obras contemplam a construção de um novo bloco anexo à governadoria e à casa civil, e também drenagem, pavimentação, cercamento, sinalização, iluminação e recuperação de todos os prédios.

O Papódromo é um dos monumentos que está sendo reformado. O local sediou a missa do papa João Paulo II, tendo uma marca histórica. O objetivo é restaurar e preservar para visitação turística e realização de shows e atividades culturais.

Questionado sobre o investimento na reforma em detrimento de outras demandas do estado, Vagner declarou que também estão sendo feitas construções e reformas em todo estado. “Estamos investindo em escolas, hospitais, estradas, viaturas e equipamentos de alta tecnologia para as polícias, reformando o teatro Alberto Maranhão, Fortaleza dos reis Magos, Biblioteca Câmara Cascudo, Palácio da Cultura”, explicou.

Segundo ele, não adianta investir em construções sem antes investir na gestão. “As diretrizes de atuação do Banco Mundial sempre focam na gestão. A lógica é de que não adianta fazer mais hospital, escola, delegacia sem olhar para a gestão. Construir um hospital é fácil. Difícil é mantê-lo funcionando bem ao longo do tempo”, concluiu.

Do portal Agora RN