Prefeito de Macau, Túlio Lemos (PSD) (Foto: macauense.com.br)

O Ministério Público de Macau através da promotora Isabel Siqueira de Menezes instaurou inquérito civil público que investiga os gastos realizados pelo prefeito Túlio Lemos com a Contribuição de Iluminação Pública. Todos os meses é descontado nas contas de energia dos macauenses o equivalente a 11% que deveria ser destinado a iluminação pública do município.

Acontece que as ruas de Macau nunca estiveram tão escuras como na gestão do prefeito Túlio Lemos. Após uma prestação de contas os vereadores de oposição, liderados pelo presidente da Câmara, Jairton Medeiros Pintinho, detectaram que os valores declarados pelo prefeito não batiam com a arrecadação de fato e que havia valores que deveriam “sobrar” segundo os números mas que não foram justificados seus gastos em lugar nenhum.

O vereador Kekel ao pedir o fim da Contribuição de Iluminação Pública já havia alertado aos demais vereadores e população em geral que haviam indícios fortíssimos de desvio de recursos públicos com o dinheiro oriundo da contribuição paga todos os meses pelos macauenses.

Após analisar e verificarem que algo estava errado os vereadores de oposição protocolaram junto ao Ministério Público uma denúncia formal com um pedido de investigação através de processo competente, até em virtude da prefeitura não atender aos ofícios da Câmara solicitando explicações detalhadas com os gastos.

A promotora Isabel Siqueira de Menezes deu um prazo de 20 dias para o prefeito Túlio Lemos prestar as informações necessárias e a partir daí mover uma ação judicial de improbidade administrativa contra o prefeito Túlio Lemos caso os indícios se confirmem.

O vereador Carlinhos do Valadão não fez parte dessa denúncia, assim como os demais vereadores da base aliada do governo. (CLIQUE AQUI para ler o inquérito civil público)

Do Blog É isso aí!
Por Leandro de Souza