Deputado federal Rogério Marinho (PSDB) - Foto: Divulgação/Assessoria
O deputado federal Rogério Marinho (PSDB) reagiu ao que considerou “declarações descabidas e alopradas de petistas de alto escalão”, como o ex-presidente Lula da Silva, o ex-ministro condenado pelo mensalão José Dirceu e a senadora Gleisi Hoffmann, atual presidente nacional do PT. Esta última, inclusive, disse que para prender Lula – caso este seja condenado por corrupção na Justiça – será preciso “matar gente”.
“Pregam o caos e a desobediência civil no caso de condenação do ‘chefe’. O PT não convive com a democracia”, disse o parlamentar potiguar. “PT não acredita na Justiça, acredita no projeto de poder e por ele vale tudo, roubar, trair, quebrar o país e até matar quem pensa diferente, não é mesmo senadora?”, questionou o deputado em resposta a Gleisi.
Depois, foi a vez do senador Lindbergh Farias vir a público defender o que havia dito a presidente nacional do PT. “O limite do razoável já foi há muito ultrapassado. O que o senador Lindbergh propõe é crime e o MPF precisa se pronunciar. Já seria grave este tipo de posicionamento por parte de um cidadão comum, imagine por um senador da República, mesmo este sendo do PT, que não sabe conviver com a democracia”, disse Rogério.
Por meio das suas redes sociais, Lindbergh disse que o momento exige “uma esquerda mais preparada para o enfrentamento, para as lutas de rua. Não é hora de uma esquerda fouxa. Eu concordo com a posição da senadora Gleisi Hoffmann: nós não vamos aceitar a condenação do presidente Lula”.
As posições extremadas de líderes do PT surgem poucos dias antes do julgamento do ex-presidente Lula no TRF-4. Na primeira instância, Lula já foi condenado por corrupção.