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Por Jaqueline Mendes
Correio Brasiliense
Às vésperas do julgamento do ex-presidente Lula, marcada para esta quarta-feira (24), a grande notícia no meio político e econômico tem sido a repercussão da carta-manifesto elaborada pelo pernambucano Flávio Rocha, dono da rede varejista Riachuelo, e endossada por outros 12 empresários de grandes empresas.
Em declaração aberta, feita num evento corporativo em Nova York, o executivo criticou os governos petistas, defendeu o livre mercado e convocou o setor produtivo a participar de forma mais ativa da política nacional. Como líder de uma das maiores companhias de moda do Brasil, com faturamento de R$ 4,2 bilhões em 2017, e cada vez mais envolvido nos debates políticos, Rocha assumiu protagonismo no meio empresarial brasileiro.
Seus discursos adotaram o tom de duras críticas contra o loteamento das estatais e o exacerbado intervencionismo do governo no dia a dia das empresas. “Os empresários estão sufocados e não suportam mais o peso do Estado nas costas”, afirma Rocha. Nesta entrevista, ele fala dos motivos que o levaram a redigir a carta-manifesto, analisa o quadro eleitoral e as perspectivas para o país, ainda sob efeitos de uma das maiores crises políticas, institucionais e econômicas da história.
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