Conselho de Ética analisa novos processos que pedem a cassação de deputados

Instauração de processo e apreciação de parecer preliminar. Dep. Leur Lomanto Júnior (UNIÃO - BA); Dep. Paulo Magalhães (PSD - BA); Dep. Glauber Braga (PSOL - RJ); Dep. Chiquinho Brazão (Sem Partido - RJ)
Conselho de Ética reunido para ouvir Brazão - Bruno Spada / Câmara dos Deputados

Por Câmara dos Deputados — O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados reúne-se nesta quarta-feira (15) para analisar pareceres preliminares relativos a processos contra três parlamentares acusados de quebra de decoro.

A reunião está agendada para as 11 horas. O local ainda não foi definido.

Glauber Braga
O primeiro item da pauta é o sorteio de novo nome para compor a lista tríplice para escolha do relator da Representação 5/24, em que o Novo acusa Glauber Braga (Psol-RJ) de agredir fisicamente um militante do Movimento Brasil Livre, nas dependências da Câmara.

Haviam sido sorteados para a lista os deputados Cabo Gilberto Silva (PL-PB), Sidney Leite (PSD-AM) e Rosângela Reis (PL-MG), mas Leite pediu para ser substituído.

Delegado da Cunha
Os parlamentares também vão avaliar o parecer do deputado Albuquerque (Republicanos-RR) para a Representação 3/24, em que o Psol acusa o deputado Delegado da Cunha (PP-SP) de quebra de decoro em razão de denúncia de agressão feita por sua ex-namorada.

O deputado Albuquerque ainda não apresentou sua decisão.

André Janones
A Representação 29/23, do PL, contra do deputado André Janones (Avante-MG) também está na pauta. O PL pede a cassação de Janones por ele ter, segundo reportagem do Metrópoles, pedido parte do salários dos funcionários lotados em seu gabinete para proveito próprio.

O relator do caso é o deputado Guilherme Boulos (Psol-SP), que ainda não apresentou seu parecer.

Chiquinho Brazão
Por fim, os parlamentares devem analisar o parecer da deputada Jack Rocha (PT-ES) para a Representação 4/24, em que o Psol pede a cassação do deputado Chiquinho Brazão (sem partido-RJ).

Brazão está preso acusado de ser um dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco (Psol) e do seu motorista, Anderson Gomes, em 2018, no Rio de Janeiro. Na época, Brazão era vereador na capital fluminense. Ele nega as acusações.

Jack Rocha ainda não divulgou seu parecer.

 

 

Da Redação – ND