"Cara, com 40 anos não vou mais me calar, entende? Vou falar o que acho que é certo" — Foto: Reprodução

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Simaria, 40, resolveu abrir o jogo sobre a sua relação com Simone, 38. A filha mais velha da família Mendes revelou que não suporta mais o jeito controlador da irmã e deu a entender que existe a possibilidade da dupla acabar.

“Ela fica me controlando. ‘Cala a boca, não fala isso’. Cara, com 40 anos não vou mais me calar, entende? Vou falar o que acho que é certo. Vencemos juntas. Mas não significa que porque vencemos juntas temos que morrer como duplinha para sempre”, admite Simaria.

Em entrevista ao Domingo Espetacular, da Record TV, gravada antes de anunciar mais uma pausa na carreira para cuidar da saúde, Simaria também falou o motivo de ter comemorados os seus 40 anos com um festão e que acabou colocando ainda mais em evidência o momento difícil da dupla sertaneja.

“A gente sempre está ajudando os outros. Dá uma casa para um tio, uma roupa para uma mãe, dinheiro, dá tudo na vida para o povo. Quando é hora de se presentear, a gente não tem coragem de dar um presente para nós mesmos. Nunca tinha comemorado um aniversário na vida porque o meu pai morreu faltando cinco dias para eu fazer 10 anos. Daquele momento em diante não tinha mais sentido comemorar, mas desta vez eu quis”, explica Simaria.

A cantora também comentou sobre a polêmica do presente caro que Simone teria escolhido para dar de presente. Em um vídeo publicado em seu canal no Youtube dias antes da festa, a mulher do empresário Kaká Diniz revelou ter comprado uma pulseira e que precisou abrir a carteira por causa do mimo. “Nunca vi tanto dinheiro assim numa pulseira”, comentou ela nas imagens. Simone ainda comentou que iria levar também um colar para Simaria. ​

“Não queria presente de milhões. A única coisa que pedi para ela foi cantar uma música. Queria que ela cantasse ‘Amiga’ comigo. Não queria presente caro”, disparou a sertaneja que finalizou o assunto comentando sobre a sua vocação. “A música faz parte da minha alma, do meu sangue e eu não escolhi. A música que me escolheu”.