Caicoense Carla Tassiana de Medeiros Silva — Foto: Divulgação

Do Blog Gláucia Lima – A técnica de enfermagem de Caicó Carla Tassiana de Medeiros Silva teve o seus cadastro do auxilio emergencial negado pelo motivo: MANDATO ELETIVO.

Mas tem um detalhe: ela não exerce nenhum mandato eletivo. Carla foi candidata a vereadora na Eleição de 2016 e não se elegeu, pois obteve 104 votos. Ela se encaixa em todos os requisitos da plataforma.

“O site não me dá a opção de refazer o cadastro, sou do CadÚnico, e MEI. Acredito que houve um erro pelo sistema”, contou a esta jornalista.

Foto: Reprodução

A Folha de São Paulo publicou na última quarta-feira, 12, uma matéria revelando que o auxílio emergencial liberado pelo governo federal por causa da crise do novo coronavírus tem sido negado a pessoas que concorreram nas eleições de 2018 e 2016.

Cidadãos que saíram derrotados dos pleitos recebem como justificativa para a recusa a informação de que ocupam cargo eletivo.

Os ex-candidatos atribuem a uma falha na base de dados do Ministério da Cidadania do governo Jair Bolsonaro, responsável pela administração do auxílio. Em redes sociais, pessoas de outros estados reclamam da mesma situação.

O perfil dos que se queixam é parecido: muitos são autônomos que disputaram uma eleição pela primeira vez e conseguiram quantidade pífia de votos. Seguiram com seu trabalho fora da política, mas, com a renda afetada pela pendemia.

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