Morte de Wilma foi repercutida por grandes nomes da política potiguar - Divulgação

Diversos políticos do Rio Grande do Norte expressaram suas condolências nas redes sociais ou através de notas oficiais pela morte da ex-governadora do estado Wilma de Faria. Wilma estava internada no Hospital São Lucas lutando contra um câncer no duodeno, e após dois anos de tratamento, veio a falecer no final da noite da última quinta-feira, dia 15, feriado de Corpus Christi.

O deputado federal Rogério Marinho (PSDB) disse que Wilma “foi uma das maiores lideranças políticas do estado” e que “é com pesar” que lamenta o falecimento da ex-governadora. O PSDB, através do deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira, também emitiu nota própria, afirmando que a sigla reconhece “a contribuição dada por Wilma de Faria, primeira mulher prefeita do Natal e governadora do Rio Grande do Norte, que ao longo de sua trajetória de vida pública, sempre lutou pela realização de sonhos da população e o desenvolvimento da capital e do interior do nosso Estado”.

O deputado Souza (PHS) também demonstrou sua solidariedade, desejando “que ela receba as bençãos divinas, depois de intensa vida terrena”. O deputado estadual Gustavo Fernandes (PMDB) expôs à família da ex-governadora “palavras de conforto e o reconhecimento à importância de Wilma de Faria para a história do Rio Grande do Norte, como uma das maiores líderes políticas do nosso estado”.

A vereadora Eleika Bezerra (PSL) também lamentou a morte de Wilma, “uma mulher de notável garra e espírito público”, lembrando que ambas pertenceram à classe dos professores, e que Wilma “representou o pioneirismo feminino na política do Estado e se notabilizou pela garra, força, coragem e dinamismo”. Eleika chegou a ocupar o cargo de secretária de Educação de Natal durante o mandato de Wilma como prefeita da capital no final da década de 1990, encontrando-se novamente com ela, agora como vereadoras, na Câmara Municipal de Natal.

O ex-governador e ex-senador Geraldo Melo destacou que Wilma “encerrou a sua vida e o seu enorme sofrimento final, em luta com a implacável crueldade do câncer. Às vezes correligionários e, na maioria das vezes, adversários, soubemos preservar ao longo da vida, com seus momentos de bonança e de procelas, uma amizade que nasceu quando ela era a jovem esposa de um médico amigo, depois Secretária de Estado, primeira dama, deputada federal, duas vezes prefeita de Natal, governadora do Estado duas vezes, vice-prefeita, vereadora”.