Flávio Rocha confirmou que é pré-candidato à Presidência da República em Parelhas (Foto: José Aldenir / Agora Imagens)

Nordestino, potiguar, com experiência em gestão e bem relacionado no meio empresarial. Esses são alguns dos pontos positivos que fazem com que o empresário Flávio Rocha, presidente do grupo Riachuelo, já esteja tendo seu nome defendido pelo setor produtivo potiguar numa eventual candidatura dele a presidência da República. Um desses defensores é o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado (Fecomércio/RN), Marcelo Queiroz.

“Acredito que todos os potiguares devem se unir em torno do nome dele, que sem dúvida nenhuma será muito bom para o nosso Estado”, afirmou Marcelo Queiroz, destacando o fato dele ser nordestino e potiguar, além de ter uma longa experiência em gestão.

“É um nome importante, primeiro por ser do setor produtivo, um empresário vitorioso e com uma longa experiência em gestão. Pelo que ele tem dito, pretende deixar a máquina pública mais enxuta, passando a ideia de reduzir custos, e ter um país mais econômico, para que possa sobrar dinheiro para as atividades mais importantes, como saúde, segurança e educação”, acrescentou Marcelo Queiroz.

No último sábado, 10, em evento realizado em Parelhas, o empresário Flávio Rocha afirmou que pode ser pré-candidato à presidência da República: “não serei candidato apenas para marcar posição. Mas, se a coisa continuar crescendo como está crescendo, vou fazer o que for melhor para o movimento”.

FAERN DEFENDE INVESTIMENTOS NO AGRONEGOCIO

Quem também elogiou o nome do empresário Flávio Rocha foi o presidente da Federação de Agricultura, Pecuária e Pesca do RN (Faern), José Vieira. Segundo ele, o presidente do grupo Riachuelo é uma pessoa “experimentada e preparada para a disputa”. “Como potiguar, fico feliz dele poder estar colocando o nome dele para ser avaliado nacionalmente”, acrescentou.

José Vieira, porém, fez uma ressalva quanto ao programa de governo do pré-candidato, que tem que dar uma atenção especial ao agronegócio. “É um setor muito importante para o País e que merece atenção, principalmente, no que diz respeito a infraestrutura e logística. Precisamos de mais portos, ferrovias e rodovias”, afirmou o presidente da Faern.

“O agronegócio potiguar tem demonstrado que também é muito importante para a economia local, até mesmo porque o porto de natal é o maior exportador de frutas do Nordeste. Porém, o porto já não atende as necessidades do setor, porque já está subdimensionado”, acrescentou.

Do portal Agora RN