Deputado federal Rogério Marinho (PSDB) - Foto: Alexssandro Loyola

O deputado federal Rogério Marinho (PSDB) reagiu a convocação feita pelo líder do MST, João Pedro Stédile, para que a esquerda brasileira defenda o ditador venezuelano, Nicolás Maduro, e o “processo bolivariano”. Segundo o tucano, Stédile é “líder de uma milícia paramilitar que aterroriza produtores e chantageia o Estado e a sociedade brasileira, tem se notabilizado por declarações belicosas e despropositadas”.

A posição do parlamentar foi publicada no site O Antagonista. Ainda de acordo com Rogério, “o Brasil, como a maior potência da América do Sul, não pode se isentar, deve entrar no jogo pela segurança continental. Por sua vez, o MST é um grupo terrorista, braço armado e clandestino do PT, que agora faz a defesa do Foro de São Paulo e de suas aberrações políticas”.

O parlamentar acredita que este ano o Congresso Nacional deva se debruçar sobre o debate em torno da Lei Antiterrorismo. Segundo Rogério, é preciso “tipificar o MST como grupo que aterroriza o país. Está na hora de enfrentarmos a questão”.

Rogério afirma que Stédile convoca a esquerda para defender “uma ditadura escancarada, que aterroriza e oprime seu próprio povo e impede a manifestação de forças políticas antagônicas por meio da prisão e supressão de direitos de líderes que pensam diferente”.

“Creio que é típico de todo ditador, como Maduro, inventar uma guerra para se legitimar, e isso não é novo. O bolivarianismo destruiu a Venezuela, gastando o dinheiro do petróleo, e, como todo comunismo, levou o país à violência e à fome generalizadas. Transformou um país rico em miserável”, disse o tucano.