PMs alegam que viaturas não têm condições de circular (Foto: Kléber Teixeira/Inter TV Cabugi)
Com a greve das polícias civil e militar, a população do Rio Grande do Norte anda amedrontada e reclama da insegurança nas ruas. O estado enfrenta paralisação de policiais militares desde o dia 19 de dezembro e de policiais civis desde 20 de dezembro.
“Eu acho péssimo isso aí. A sensação de insegurança, de medo. Nesse final de ano, a gente ficou trancado, sem poder sair pras ruas”, disse o autônomo Luís Gonzaga.
O governo federal enviou 2,8 mil homens e mulheres das Forças Armadas, no último final de semana, para reforçar a segurança no estado.
Para o comerciante João Batista Gurgel, os policiais deveriam voltar a fazer o patrulhamento das ruas. “Eu sei que é muito difícil, para o praça, para os que dependem do seu salário, mas eles deviam olhar também a segurança, o estado caótico em que se encontra o Rio Grande do Norte, em termos de segurança”, disse.
“Somos pais de família e entendemos os dois lados. Precisamos de segurança, mas a segurança também precisa de apoio. A população fica a mercê dos bandidos”, disse a garçonete Silvana Rocha.
Do G1 RN